Mais um assunto extremamente comum na clínica médica! Dislipidemia apesar da alta frequência, não é tratado de forma igual pela maioria dos médicos. E isso é devido a dificuldade em classificar o paciente em qual grau de risco cardiovascular ele apresenta. Por isso, resumi a parte de estratificação de risco e as metas terapêuticas respectivas, da V diretriz brasileira de dislipidemia, para o paciente.
As metas
terapêuticas na dislipidemia dependem da estratificação de risco cardiovascular
(RCV) do paciente em 10 anos (alto, intermediário ou baixo), sendo este
avaliado em três etapas: (1) determinação da presença de doença aterosclerótica
ou de seus equivalentes; (2) utilização dos escores de predição de risco; (3)
reclassificação do risco predito pela presença de fatores agravantes.