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sábado, 21 de fevereiro de 2015

Fármacos na dislipidemia

E aí galera, beleza? Complementando um antigo post sobre "Estratificando o risco cardiovascular na dislipidemia" (se você não leu, ainda dá tempo!), segue um resumo sobre os fármacos usados no controle da dislipidemia! Boa leitura!
São 3 classes, inibidores da HMG – CoA redutase, resina de ligação aos ácidos biliares, ácido nicotínico, derivados do ácido fíbrico e inibidor de absorção do colesterol. Abaixo vou comentar sobre cada uma dessas classes separadamente, e no final um “resumo clínico”. 

·         Estatinas
São os inibidores competitivos da HMG – CoA redutase. Esse mecanismo de ação causa uma ação secundária no hepatócito, que é o aumento dos receptores de LDL-C em sua superfície. Portanto há maior captação do LDL-C do sangue em direção ao fígado e com isso sua quantidade sérica é diminuída.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Estratificando o risco cardiovascular na dislipidemia

Mais um assunto extremamente comum na clínica médica! Dislipidemia apesar da alta frequência, não é tratado de forma igual pela maioria dos médicos. E isso é devido a dificuldade em classificar o paciente em qual grau de risco cardiovascular ele apresenta. Por isso, resumi a parte de estratificação de risco e as metas terapêuticas respectivas, da V diretriz brasileira de dislipidemia, para o paciente. 
As metas terapêuticas na dislipidemia dependem da estratificação de risco cardiovascular (RCV) do paciente em 10 anos (alto, intermediário ou baixo), sendo este avaliado em três etapas: (1) determinação da presença de doença aterosclerótica ou de seus equivalentes; (2) utilização dos escores de predição de risco; (3) reclassificação do risco predito pela presença de fatores agravantes.